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Comparações injustas

Tentei comparar-te ao mais doce pôr-do-sol
Não era justo
Pois tua doçura nunca se esvai

Tentei comparar-te à mais bela flor
Não era justo
Pois tua beleza não desaparece quando o inverno chega

Tentei comparar-te à mais famosa pintura
Não era justo
Pois teu sorriso não é um mero conjunto de linhas desenhadas

Tentei comparar-te à minha canção favorita
Não era justo
Pois tua presença não agrada apenas aos meus ouvidos

Não poderia comparar-te a coisa alguma
Única como és
Tudo seria uma comparação injusta

© 2005 Eduardo Magela Rodrigues

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