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Lago do sofrimento

Uma onda surda se expande
O luar agonizante treme
Há água em toda parte
Assim como a escuridão

Não me retire de meu túmulo
Não pertenço mais a este mundo
Enterrado neste lago de sofrimento eu descansarei

Carne corrompida
Coração frio
Mente entregue
Espírito afogado

Vozes humanas não me acordarão
Elas não consegue invadir as profundezas de uma existência mutilada
e desaparecerão no vazio

© 2004 Eduardo Magela Rodrigues

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